Uma língua é o lugar donde se vê o Mundo e em que se traçam os limites do nosso pensar e sentir.

Da minha língua vê-se o mar. Da minha língua ouve-se o seu rumor, como da de outros se ouvirá o da floresta ou o silêncio do deserto

Por isso a voz do mar foi a da nossa inquietação.

Livro de Bordo

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    Literatura, nutrição

    Menu do dia

    Sopa: Açorda portuguesa (poema de José Inácio de Araújo) Pão de trigo, sem ter sombra de joio; Azeite do melhor, de Santarém; Alho do mais pequeno e do saloio. Ponha em lume brandinho e mexa bem, Sal que não seja inglês – porque é remédio Toda a criança assim alimentada É capaz de deitar abaixo

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    Arte, Literatura

    Poesia concreta e experimental portuguesa de 1960 a 1975

    VERBIVOCOVISUAL é uma exposição de poesia concreta e experimental portuguesa de 1960 a 1975 a decorrer até 15 de abril de 2017, na Galeria Zé dos Bois (ZDB), em Lisboa. (“Tontura”, E.M. Melo e Castro) Com a curadoria de Natxo Checa, esta exposição conta com publicações, filmes e obras de Salette Tavares, Fernando Aguiar, Ana Hatherly,

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    Quando a música celebra a poesia

    Quando a música celebra a poesia, propaga-se pelo ar uma magia indizível, inexplicável, intraduzível… E o mundo inteiro assume uma condição distinta, suspensa… Assim foi, ao som dos Lisbon Poetry Orchestra (link) com os seus “Poetas Portugueses de Agora” que, pelas vozes de Paula Cortes, Nuno Miguel Guedes e André Gago, se aplaudiram os poetas

A Língua Portuguesa

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Universidade Fernando Pessoa

Quando iniciámos o projecto da Universidade Fernando Pessoa, adoptámos como estímulo para o caminho que nos esperava o mote “Nós antecipamos o futuro!” Pensávamos, então, que não iria ser tão burocraticamente difícil o trajecto planeado, crentes como estávamos de que trazíamos inovação ao sistema de ensino superior pela diversificação e modernidade da oferta de cursos, ao tempo, alternativos. Mas foi muito difícil, por um lado, pela incompreensão do sistema estabelecido e, por outro lado, por alguma invídia que o novo, especialmente quando provém dos outros, sempre gera em mentes que se julgam fadadas, ainda que impreparadas, para tutelar o futuro.

Do futuro, depois, outros falaram também, glosando-nos não apenas na forma mas também em algumas das fórmulas curriculares que havíamos antecipadamente sintonizado com a Europa, em que quisemos, cedo, integrar-nos. Não tiveram, por isso, e ainda bem, de pagar o preço, por vezes muito elevado, de cultivar a diferença. Assumimos, hoje, claramente a cultura da diferença, organizacional, pedagógica e didáctica, como base da qualidade sustentável que o nosso projecto educativo foi conquistando. Porque a qualidade, de ensinar ou de aprender, não existe, só porque se diz, mas porque se faz, mas porque se pratica, mas porque se conquista. Esta é uma responsabilidade que assumimos como imperativo cultural e ético, quando, como universitário, decidimos corporizar este projecto que, discretamente, temos vindo a consolidar.

Salvato Trigo, Reitor da Universidade Fernando Pessoa

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